Santin Roveda destaca força da cultura polonesa e a importância de ouvir as diferentes comunidades do Paraná
A diversidade cultural é uma das marcas mais fortes do Paraná. Um Estado formado por diferentes povos, histórias, tradições e formas de viver, que ajudaram a construir a identidade paranaense ao longo das gerações. Essa diversidade ficou evidente neste domingo, durante a 34ª Festa Polonesa da Comunidade da Água Branca, em São Mateus do Sul, que encerrou a programação do Mês Polonês (Tradycje Polskie) no município.
O deputado federal Santin Roveda esteve em São Mateus do Sul e aproveitou a passagem pela região para se encontrar com lideranças, amigos e moradores e conhecer de perto as demandas da população. “É na conversa, na presença e no olho no olho que a gente entende o que realmente precisa ser feito. Quem trabalha com gestão pública precisa conhecer o Paraná de verdade, suas cidades, suas comunidades, suas potencialidades e também os desafios que cada região enfrenta”, destaca Santin.
A Festa Polonesa da Comunidade da Água Branca representa justamente essa conexão entre história, identidade e desenvolvimento local. A presença da comunidade polonesa em São Mateus do Sul remonta ao final do século XIX, quando cerca de 2 mil famílias polonesas chegaram à região, trazendo costumes, tradições e valores que permanecem vivos até hoje.
A importância dessa herança cultural é tamanha que São Mateus do Sul está entre os municípios brasileiros que reconhecem o polonês como língua oficial, reforçando o papel da cidade na preservação da cultura e da memória da imigração polonesa no Paraná.
Mais do que uma celebração do passado, a festa também movimenta a economia e fortalece a comunidade. “Não é só história, é cultura viva. É uma festa que gera recursos para a cidade, movimenta a economia local e mostra como a tradição pode continuar contribuindo para o desenvolvimento da comunidade”, afirma o deputado. “O Paraná é um povo de muitos povos. Temos uma riqueza enorme na nossa diversidade, formada por poloneses, ucranianos, italianos, alemães, japoneses, povos indígenas, comunidades tradicionais e tantos outros grupos que ajudaram a construir a nossa história. Respeitar e valorizar essa diversidade é também pensar no futuro do Paraná”, ressalta.